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| A verdade está lá dentro! |
‘Megacaixa-preta’
A decisão de Ferraço de enviar os
casos Rodosol e Pó Preto para o MPE é o mesmo que enfiar duas
caixas-pretas dentro de outra ainda maior
Soou muito estranho a decisão do presidente da Assembleia Legislativa
de enviar os casos da concessão da Rodosol e do Pó Preto da Ponta de
Tubarão para o Ministério Público Estadual investigar.
O anúncio aconteceu justamente nesta segunda-feira (1), quando os
deputados aprovaram, pressionados pelo clamor das ruas, o regime de
urgência para votar, possivelmente nesta terça (2), o projeto de decreto
legislativo de autoria do deputado Euclério Sampaio (PDT), que pede o
fim do contrato entre o governo do Estado e a concessionária Rodosol,
que explora as praças de pedágio da Terceira Ponte e da Rodovia do Sol
(ES-060).
Na iminência do projeto ser aprovado, não por coincidência, Ferraço já
se antecipou para dizer que a Assembleia já se debruçou em cima dos dois
casos (Pó Preto e Rodosol) e não tem mais competência para continuar.
Em outras palavras: “Vamos passar a bola pra frente e parar de procurar
pelo em ovo”.
LEIA MAIS, QUI!
Maquinas da corrupção. As cabines do pedágio da Terceira Ponte resume a corrupção no Espírito Santo. É onde entre os recursos que financiam campanha política e até transforma a Policia Militar em capangas particulares dos empresários da Rodosol, a empresa corruptora.
Após os protestos, o Ministério Público do Espírito Santo (MP-ES) solicitou a realização de uma auditoria para averiguar os serviços prestados pela concessionária. Realizada em 2003, o relatório final da CPI da Rodosol apontou uma série de irregularidades:
• Falta de estudos de viabilidade de econômica para a concessão;
• Acréscimo indevido da dívida da Terceira Ponte... prejuízo de R$ 5.328.920, 21 ao erário público;
• Pagamento de indenização à empresa ORL, no valor de R$ 11,5 milhões sem computar a redução do prazo de concessão em três anos;
• Alteração do critério de julgamento da licitação;
• Ausência de estudos técnicos para o valor inicial do pedágio;
• Recebimento prévio de receitas sem previsão ilegal;
• Abusiva remuneração do capital investido;
• Subestimação do fluxo de veículos;
• Ausência de sistema regular de controle e fiscalização da concessão pelo poder público;
• Destruição de dados, de forma intencional, por funcionários da Rodosol;
Destruídos!!!
Por que???



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