Mistérios e Segredos do Sítio Casarão

Mystery and Secrets of the ranch townhouse

terça-feira, 2 de julho de 2013

SE A CAIXA ABRIR, QUANTOS VÃO CAIR?

A verdade está lá dentro!
‘Megacaixa-preta’
A decisão de Ferraço de enviar os casos Rodosol e Pó Preto para o MPE é o mesmo que enfiar duas caixas-pretas dentro de outra ainda maior
Soou muito estranho a decisão do presidente da Assembleia Legislativa de enviar os casos da concessão da Rodosol e do Pó Preto da Ponta de Tubarão para o Ministério Público Estadual investigar. 
 
O anúncio aconteceu justamente nesta segunda-feira (1), quando os deputados aprovaram, pressionados pelo clamor das ruas, o regime de urgência para votar, possivelmente nesta terça (2), o projeto de decreto legislativo de autoria do deputado Euclério Sampaio (PDT), que pede o fim do contrato entre o governo do Estado e a concessionária Rodosol, que explora as praças de pedágio da Terceira Ponte e da Rodovia do Sol (ES-060). 
 
Na iminência do projeto ser aprovado, não por coincidência, Ferraço já se antecipou para dizer que a Assembleia já se debruçou em cima dos dois casos (Pó Preto e Rodosol) e não tem mais competência para continuar. Em outras palavras: “Vamos passar a bola pra frente e parar de procurar pelo em ovo”. 
LEIA MAIS, QUI!

Maquinas da corrupção. As cabines do pedágio da Terceira Ponte resume a corrupção no Espírito Santo. É onde entre os recursos que financiam campanha política e até transforma a Policia Militar em capangas particulares dos empresários da Rodosol, a empresa corruptora.

Após os protestos, o Ministério Público do Espírito Santo (MP-ES) solicitou a realização de uma auditoria para averiguar os serviços prestados pela concessionária. Realizada em 2003, o relatório final da CPI da Rodosol apontou uma série de irregularidades: 

• Falta de estudos de viabilidade de econômica para a concessão;
• Acréscimo indevido da dívida da Terceira Ponte... prejuízo de R$ 5.328.920, 21 ao erário público;
• Pagamento de indenização à empresa ORL, no valor de R$ 11,5 milhões sem computar a redução do prazo de concessão em três anos;
• Alteração do critério de julgamento da licitação;
• Ausência de estudos técnicos para o valor inicial do pedágio;
• Recebimento prévio de receitas sem previsão ilegal;
• Abusiva remuneração do capital investido;
• Subestimação do fluxo de veículos;
• Ausência de sistema regular de controle e fiscalização da concessão pelo poder público;
• Destruição de dados, de forma intencional, por funcionários da Rodosol; 

Destruídos!!! 
Por que???

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