Mistérios e Segredos do Sítio Casarão
Mystery and Secrets of the ranch townhouse
segunda-feira, 2 de julho de 2012
domingo, 1 de julho de 2012
O TURISMO PERDENDO PARA A INDÚSTRIA DA POLUIÇÃO!
O Espírito Santo possui tantas belezas
que, preservadas e exploradas, contribuiriam significativamente com o nosso
desenvolvimento sem comprometer a saúde do povo capixaba.
Lamentavelmente a indústria do turismo
não é explorada adequadamente, perdendo para a indústria da poluição, com a
desculpa de geração de emprego e de um desenvolvimento que ignora a qualidade
de vida do nosso povo.
Cada município capixaba reserva
encantos e particularidades, muitas ainda desconhecidas da maioria, mas que compõem
um belo e único cartão postal neste Estado que se mantêm “invisível” na região
mais desenvolvida do país.
Quando tivermos gestores públicos comprometidos
com as nossas raízes e riquezas, o “leilão” de patrimônios naturais e
arquitetônicos deixará de existir e finalmente destacaremos nossas belezas, recebendo
milhares de turistas e promovendo o desenvolvendo da preservação, da saúde, da
segurança... É esse o desenvolvimento que todos nós, capixabas, desejamos!
HOJE TEM: CANTO EM TODOS OS CANTOS!
O
Projeto Canto em Todos os Cantos segue em sua temporada de dez
apresentações gratuitas em 2012, desta vez contemplando a sede da cidade
da Serra com duas récitas imperdíveis do Coral ArcelorMittal Tubarão.
A
primeira será HOJE, domingo (1° de julho), às 20h, na
Igreja Matriz Nossa Senhora de Conceição – Serra sede (Centro). A
segunda será no dia 03 de julho, durante o encerramento da exposição
fotográfica Encantamentos do Mestre Maurício, na Casa do Congo, às 20h.
LEIA MAIS, CLIQUE AQUI!
CURSO DE TÉCNICAS DE REDAÇÃO COM ÊNFASE EM RELATÓRIO POLICIAL!
Em comemoração ao Dia do Investigador
Polícia, o Sindicato dos Investigadores de Polícia – Sinpol – ES,
realizará uma série de atividades, entre elas o curso Técnicas de
Redação com Ênfase em Relatório Policial.
Inscrições de 02 a 06 de Julho
na Sede da Assinpol ou pelo telefone:(27) 3314-3390.
O curso será
realizado dia 12 de julho (quinta-feira), no auditório da Assinpol, no
horário de 08h30 às 17h30.
ESCRITORES: O GRUPO "CONFRARIA DOS BARDOS" CONVIDA!
A
"Confraria dos Bardos" é um grupo que tem como intuito reunir
escritores de literatura, divulgar e tornar acessível a obra, a imagem e
o evento do artista literato - ser mais um suplemento de apoio a esta
cultura.
Descrição
Convocamos você, escritor, a abrir sua gaveta, recolher cacos e
fragmentos de tempo e personalidade perdidos entre os grampos
retorcidos; e permitir que o mundo conheça todo o potencial retido nas
palavras escritas com tanto esmero e espírito por você!
Como disse uma vez o compositor capixaba Sérgio Sampaio:
“Um livro de poesia na gaveta não adianta nada,
Lugar de poesia é na calçada”.
É nisto que acreditamos.
Entenda-se por poesia, a literatura. Sejam versos, crônicas, romances, contos, roteiros ou textos de gênero indefinível. O ideal da Confraria é fazer com que as palavras, que se mantêm sólidas no papel, voem. Voem por um momento, um instante, e depois se cristalizem nas páginas e nas mentes atentas, deixando o legado do que um dia foram. Mas antes de tudo, que as palavras voem - pois só assim a literatura tem alguma pertinência!
Tire o texto da gaveta, escritor!
É nisto que acreditamos.
Entenda-se por poesia, a literatura. Sejam versos, crônicas, romances, contos, roteiros ou textos de gênero indefinível. O ideal da Confraria é fazer com que as palavras, que se mantêm sólidas no papel, voem. Voem por um momento, um instante, e depois se cristalizem nas páginas e nas mentes atentas, deixando o legado do que um dia foram. Mas antes de tudo, que as palavras voem - pois só assim a literatura tem alguma pertinência!
Tire o texto da gaveta, escritor!
sexta-feira, 29 de junho de 2012
GRILAGEM: 18 PRÉDIOS SUSPENSOS EM JARDIM CAMBURI.
Justiça suspende registro de 18 prédios
Imóveis foram erguidos em área reivindicada por imobiliária
Uma área de 66 mil m2 do Loteamento Santa Terezinha, em Jardim Camburi, Vitória, já está com seu registro no Cartório de Imóveis suspenso. A decisão atinge pelo menos 18 prédios, além de casas, uma praça pública e empreendimentos que estão sendo lançados na região. Alguns moradores já foram até notificados sobre a ação.
Todos esses imóveis foram construídos em uma faixa de terra que está sendo reivindicada pela Imobiliária Espírito Santo. Segundo seu proprietário, André Rato, a área foi invadida pela empresa Vivacqua Irmãos Empreendimentos Imobiliários, que nela construiu o Santa Terezinha.
Essa é uma das muitas disputas de terra que ocorrem no Estado, cuja principal consequência são dezenas de vítimas, pessoas que compraram seus imóveis e que, agora, correm o risco de perdê-los, mesmo tendo seu registro no Cartório de Imóveis. É uma grilagem urbana, que vem sendo tema de uma série de matérias publicadas por A GAZETA.
Limites
Está nas mãos da Justiça a tarefa de identificar quem são as pessoas que moram na área reivindicada. A partir daí é que será possível suspender o registro de cada um dos imóveis.
Além da ação que tramita em Vitória, há recursos até no Superior Tribunal de Justiça, onde também se briga pela demarcação que identificará os limites entre as áreas de Vivacqua e da Imobiliária Espírito Santo.
Na época em que o Santa Terezinha foi lançado, em 1996, houve um pedido para suspender o registro, antes da venda, e a solicitação foi aceita pela Justiça. "A Vivacqua não cumpriu a decisão judicial e vendeu os lotes", explica André Rato, que garante querer a devolução das terras. Ele vai mais longe ao se referir aos imóveis que estão sendo vendidos na região: "Quem comprar vai perder".
A Vivacqua transfere a responsabilidade para outra imobiliária, a Hércules, que foi a responsável pelo loteamento, incluindo a venda dos lotes. Argumenta que a negociação foi feita sem autorização, já que a procuração a eles concedida, em 1996, foi tornada nula. Com isso a venda dos lotes também foi nula.
"É o resultado da irresponsabilidade da Imobiliária Hércules", assinala João Alexandre Vasconcelos, advogado da Vivacqua. Por esse motivo, a Vivacqua pediu à Justiça a anulação do registro de todos os imóveis do Santa Terezinha.
A Imobiliária Hércules discorda, ressaltando que o loteamento foi autorizado pela Vivacqua, antes da concessão da procuração. Diz ainda que a Imobiliária Espírito Santo age de má-fé, porque a área já havia sido demarcada em 1977 e que agora estaria modificando essa divisa. E acrescenta que luta para garantir a validade das vendas. "Quem comprou não pode ser prejudicado", pontua o advogado Stan Stein.
Revolta
Em meio à confusão, estão famílias como a de Rogério Milli, que possui uma casa na área que já está com o registro suspenso. Eles já foram até notificados sobre a ação. "Tenho tudo registrado, e agora dizem que estou irregular. É revoltante", desabafa.
FONTE: GAZETA ON LINE
Está nas mãos da Justiça a tarefa de identificar quem são as pessoas que moram na área reivindicada. A partir daí é que será possível suspender o registro de cada um dos imóveis.
Além da ação que tramita em Vitória, há recursos até no Superior Tribunal de Justiça, onde também se briga pela demarcação que identificará os limites entre as áreas de Vivacqua e da Imobiliária Espírito Santo.
Na época em que o Santa Terezinha foi lançado, em 1996, houve um pedido para suspender o registro, antes da venda, e a solicitação foi aceita pela Justiça. "A Vivacqua não cumpriu a decisão judicial e vendeu os lotes", explica André Rato, que garante querer a devolução das terras. Ele vai mais longe ao se referir aos imóveis que estão sendo vendidos na região: "Quem comprar vai perder".
A Vivacqua transfere a responsabilidade para outra imobiliária, a Hércules, que foi a responsável pelo loteamento, incluindo a venda dos lotes. Argumenta que a negociação foi feita sem autorização, já que a procuração a eles concedida, em 1996, foi tornada nula. Com isso a venda dos lotes também foi nula.
"É o resultado da irresponsabilidade da Imobiliária Hércules", assinala João Alexandre Vasconcelos, advogado da Vivacqua. Por esse motivo, a Vivacqua pediu à Justiça a anulação do registro de todos os imóveis do Santa Terezinha.
A Imobiliária Hércules discorda, ressaltando que o loteamento foi autorizado pela Vivacqua, antes da concessão da procuração. Diz ainda que a Imobiliária Espírito Santo age de má-fé, porque a área já havia sido demarcada em 1977 e que agora estaria modificando essa divisa. E acrescenta que luta para garantir a validade das vendas. "Quem comprou não pode ser prejudicado", pontua o advogado Stan Stein.
Revolta
Em meio à confusão, estão famílias como a de Rogério Milli, que possui uma casa na área que já está com o registro suspenso. Eles já foram até notificados sobre a ação. "Tenho tudo registrado, e agora dizem que estou irregular. É revoltante", desabafa.
FONTE: GAZETA ON LINE
CONVITE: AS PRODUÇÕES DO PROJETO SAFIRA!
O Programa Ponte e o Ponto de Cultura Mirante apresentam na sexta-feira a partir das 14 horas, no Mercado São Sebastião ( Jucutuquara,Vitória) os trabalhos produzidos no Módulo I de trabalho da ONG Obra Social Nossa Senhora das Graças.
A Obra Social NSG possui 43 anos de história e contribui para a educação Integral em seu território, tendo a Arte área de conhecimento principal para o desenvolvimento de crianças e adolescentes.
A produção deste Módulo foi baseada no Livro Safira, do autor capixaba Sergio Blank.
Teremos várias apresentações como a Banda Sou do Som, a Banda Toknovo, assim como apresentações de Karatê, capoeira, dança e teatro, expressão corporal. Haverá também a exposição dos trabalhos desenvolvidos nas outras oficinas.
Esperamos todos lá! Entrada Franca!
Local: Mercado São Sebastião
Horário: 14 às 16:30h
Dia 29/06 - Sexta Feira
A Obra Social NSG possui 43 anos de história e contribui para a educação Integral em seu território, tendo a Arte área de conhecimento principal para o desenvolvimento de crianças e adolescentes.
A produção deste Módulo foi baseada no Livro Safira, do autor capixaba Sergio Blank.
Teremos várias apresentações como a Banda Sou do Som, a Banda Toknovo, assim como apresentações de Karatê, capoeira, dança e teatro, expressão corporal. Haverá também a exposição dos trabalhos desenvolvidos nas outras oficinas.
Esperamos todos lá! Entrada Franca!
Local: Mercado São Sebastião
Horário: 14 às 16:30h
Dia 29/06 - Sexta Feira
quinta-feira, 28 de junho de 2012
DEPUTADOS FAVORÁVEIS AO NOVO CÓDIGO FLORESTAL RECEBERAM DOAÇÕES DAS EMPRSAS DESMATADORAS!
Dos 18 deputados federais que integraram a comissão especial do Código Florestal, em julho/2010, 13 receberam juntos aproximadamente R$ 6,5 milhões doados por empresas do setor de agronegócio, pecuária e até do ramo de papel e celulose durante campanha à reeleição, de acordo com as declarações disponíveis no site do TSE (Tribunal Superior Eleitoral).
Dentre os que arrecadaram verba em empresas do segmento ruralista, apenas um não conseguiu se reeleger. Em julho/2010, quando o projeto foi submetido à análise desta comissão, o novo código foi aprovado por 13 votos a 5. Ambientalistas criticam a reforma por tornar o Código Florestal menos rígido e abrir brechas para anistiar desmatadores.
Pelos dados no TSE, as doações feitas pelas empresas desmatadoras foram concentradas nas campanhas dos deputados que votaram a favor. Dos 13, apenas dois não receberam ajuda do agronegócio, sendo que um foi barrado pela Ficha Limpa e o outro acabou não conseguindo se reeleger. Os outros 11 deputados federais ganharam juntos pouco mais de R$ 6,4 milhões.
O montante doado por empresas desmatadoras financiou aproximadamente 32,5% dos gastos totais da campanha eleitoral destes 11 parlamentares. Somados, os valores declarados – contando todas as doações – chegam a R$ 20 milhões. Em média, a bancada ruralista custeou 30% da campanha com este dinheiro.
Entre os que votaram a favor da mudança está o deputado federal Aldo Rebelo (PCdoB-SP). Ele não só apoiou à reforma como também é o relator do novo Código Florestal. Rebelo garantiu sua permanência no cargo após receber mais de 130 mil votos no Estado de São Paulo. O deputado declarou ter utilizado aproximadamente R$ 172 mil vindos de cooperativas que representam cafeicultores, citricultores e agropecuaristas.
Apesar de relator da comissão especial, Rebelo foi um dos que menos recebeu ajuda no grupo dos 13 ruralistas que votaram a favor. No topo da lista está o deputado federal, também reeleito, Marcos Montes (DEM-MG). Ele ganha dos colegas tanto por ter recebido o maior montante de investimento quanto pela parcela que esse dinheiro representou nas suas receitas durante a campanha.
Montes arrecadou cerca de R$ 1 milhão só de pecuaristas, usineiros e exportadores de papel. Esta quantia corresponde à metade das doações totais recebidas pelo, então, candidato, que foi de R$ 2 milhões.
O parlamentar do DEM não é um caso isolado. O segundo da lista também conseguiu um valor próximo. Duarte Nogueira (PSDB-SP), que concorreu à reeleição para deputado federal em São Paulo, angariou R$ 955 mil de empresas interessadas na aprovação do novo Código. O tucano, que em sua página no site da Câmara dos Deputados declara ser engenheiro agrônomo, agricultor e pecuarista, é o preferido pelas indústrias de papel. Pelo menos quatro nomes de empresas diferentes deste segmento constam em seus dados no TSE.
Bancada “verde”
Pelo lado da bancada ambientalista, dois dos cinco que votaram contra o novo código também custearam a campanha com verba doada pelas mesmas empresas, mas, para estes, o valor foi inferior aos dos outros colegas. A dupla recebeu no total R$ 150 mil.
O verde Sarney Filho (PV-MA), por exemplo, declarou ter utilizado R$ 30 mil transferidos por uma empresa que já foi notificada pelo MPF (Ministério Público Federal) por revender carne e outros derivados do boi cuja origem é a criação ilegal de gado em áreas desmatadas.
O segundo deputado que, apesar de ser da bancada ambientalista, conta com doações do agronegócio é Ricardo Tripoli (PSDB/SP). Ele registra R$ 120 mil.
Agronegócio
A Bunge Fertilizantes, uma das principais empresas do agronegócio, é um exemplo de que a doação para campanhas de deputados não foi feita de forma aleatória. A empresa é a que mais vezes aparece nas declarações dos deputados da bancada ruralista.
Ela contribuiu com as despesas de oito dos 13 que votaram a favor do novo código e que concorreram à reeleição. Destes, sete receberam o valor igual de R$ 70 mil e um ganhou R$ 80 mil, o que resulta em R$ 500 mil distribuídos somente entre políticos da comissão especial.
No total, a Bunge doou pouco mais de R$ 2,5 milhões para candidatos que participaram do processo eleitoral. Portanto, 20% do total destinado por essa empresa às campanhas políticas ficaram no grupo de ruralistas da comissão especial, já que a soma de doações feitas para estes oito candidatos alcançou R$ 500 mil.
Trâmite
Quase um mês após o fim das eleições, os deputados ruralistas que participaram da comissão já ensaiam uma investida para incluir o polêmico projeto na pauta do plenário ainda este ano. Na última quarta-feira (3), estas lideranças se reuniram em um restaurante de Brasília para traçar uma estratégia para conseguir uma brecha na pauta da Câmara dos Deputados. Se aprovada novamente, a reforma é encaminhada para o Senado e depois para o presidente, que decide se a reforma deve ser sancionada ou não.
Outro lado
Todos os deputados citados foram procurados pelo R7. Mas, a maioria não quis comentar o assunto.
Rebelo disse, por meio de sua assessoria de imprensa, que não vai se pronunciar sobre o caso. Já Montes e Tripoli (PSDB-SP) não foram localizados pela reportagem.
O tucano Duarte Nogueira foi o único que aceitou conversar com o R7. O deputado federal explicou que “não é de hoje” que recebe doações do setor agrícola. Ele afirma que tem “profunda identidade” com este segmento produtivo e que defendeu a aprovação do Código Florestal independentemente de ter recebi doações do agronegócio.
- Não há como criar expectativa de qualquer ilação de que eu fiz isso [votar a favor da reforma], porque recebi [doação do agronegócio]. Tanto que esta é minha história de vida. Tenho uma profunda identidade com o setor agrícola não é de agora. Se você for pegar minha primeira prestação de contas em 2006, a grande maioria das minhas doações já vinha do setor agrícola.
A Bunge Fertilizantes também se manifestou sobre as doações citadas nesta matéria. Em nota, a empresa defendeu que não há nenhuma ilegalidade no fato, pois “o sistema político brasileiro prevê o financiamento privado das campanhas”. Porém, a doadora também admite que escolhe políticos com mesma linha de pensamento da empresa, mas desmente que, nestas eleições, tenha financiado campanhas “em função de questões ou de projetos específicos”.
Fonte: TerraChamando/R7
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