Mistérios e Segredos do Sítio Casarão
Mystery and Secrets of the ranch townhouse
quinta-feira, 14 de junho de 2012
BRASIL: DESENVOLVER SEM SABER É REGREDIR!
Brasil paga 'alto preço ecológico' pelo crescimento, dizem analistas
Ativos do 'capital natural' do País foram reduzidos quase pela metade nos últimos 20 anos
A Índia e o Brasil estão pagando um "alto preço" ecológico por conta de seu rápido crescimento econômico nos últimos anos, afirmaram nesta quarta-feira alguns analistas em meio ambiente, que estão reunidos em Londres na conferência "Planet Under Pressure" ("Planeta sob pressão", em livre tradução).
Entre 1990 e 2008, o Produto Interno Bruto (PIB) per capita do Brasil aumentou 34% e o da Índia 120%, um resultado que pode ser tendencioso, afirmaram os cientistas e economistas que estão reunidos em um encontro prévio à cúpula das Nações Unidas Rio+20, que será realizada no mês de junho, no Rio de Janeiro.
Em contraste com a renda per capita, o "capital natural" de ambos os países, que inclui todos seus "ativos" - desde florestas até combustíveis fósseis e minerais -, foi reduzido neste mesmo período 46% no Brasil e 31% na Índia.
No terceiro dia do encontro mundial sobre ecologia, os analistas propuseram uma medida alternativa ao PIB, batizada como Índice de Riqueza Detalhado, que compreende o "capital natural, humano e manufaturado" do país.
De acordo com esse índice, o Brasil e a Índia, supostamente duas das economias emergentes mais potentes do planeta, cresceram apenas 3% e 9%, respectivamente, em 18 anos.
"Os casos do Brasil e da Índia ilustram como o Produto Interno Bruto pode ser impreciso como índice para avaliar o progresso econômico a longo prazo", apontou o professor da Universidade das Nações Unidas (UNU) Anantha Duraiappah.
O economista ressaltou que "um país pode extinguir totalmente seus recursos naturais e registrar ao mesmo tempo um crescimento do PIB" e, por isso, defendeu a necessidade de priorizar um indicador que compreenda todos os aspectos necessários para o "bem-estar humano", incluindo os fatores sociais e ecológicos.
Duraiappah adiantou que durante a cúpula do Rio de Janeiro será apresentado pela primeira vez os dados sobre a Riqueza Detalhada de 20 países, entre Chile, Colômbia, Equador, Venezuela, Alemanha, Japão, Rússia e Estados Unidos, além da própria Índia e do Brasil.
"Até que os indicadores usados para medir o progresso mudem para poder avaliar a sustentabilidade a longo prazo, o planeta e seus habitantes continuarão sofrendo o peso de políticas de crescimento de curto alcance", declarou Pablo Muñoz, diretor cientista do grupo de trabalho que desenvolverá os índices de Riqueza Detalhada.
Yvo de Boer, o antigo responsável do Painel Intergovernamental para a Mudança Climática das Nações Unidas, ressaltou que o setor privado deve adaptar seu modelo de negócio aos desafios que serão apresentados nas próximas décadas.
"A escassez sem precedentes de recursos naturais, a alta do preço dos alimentos, os problemas de segurança energética e o crescimento da população, que deverá alcançar os 10 bilhões em 2100, são os principais desafios para a economia global", aponta De Boer.
O especialista em mudança climática afirmou que, se as companhias tivessem que pagar o custo ambiental de suas atividades, teriam perdido 41% de seus lucros em 2010.
FONTE: Agência EFE S/A.
ESQUECERAM DE MIM 2: E AGORA, PREFEITO?
Vice assume culpa, mas Câmara quer ouvir Vidigal sobre abandono da prefeitura.
Durante mais de uma hora, a vice-prefeita da Serra, Madalena Santana (PSB), se reuniu com vereadores do município para dar explicações sobre o abandono da prefeitura durante viagem dela e do prefeito Sergio Vidigal (PDT) ao exterior. Na semana passada, os dois viajaram e deixaram o Executivo sem um responsável.
De acordo com o vereador Guto Lorenzoni, Madalena assumiu a culpa pelo fato, no entanto, para o parlamentar ela não pode ser responsabilizada juridicamente pelo caso.
“Juridicamente ela não tem culpa, já que a passagem de cargo foi feita quando ela estava na Espanha e a viagem foi autorizada pelo próprio Executivo”, pontuou.
E questionou: “Se o próprio Executivo autorizou a viagem dela como secretária de Desenvolvimento Econômico, como ela poderia ter culpa?”.
Segundo Lorenzoni, o ato de transferência do comando não foi publicado no diário oficial. Diante das explicações, o vereador decidiu, pelo menos por enquanto, não solicitar a abertura da CPI para investigar o abandono, mas afirmou quer que o prefeito apresente sua versão sobre o caso.
“O prefeito chega amanhã. Ele tem que dar declarações, informações e dizer o porquê houve essa falha, que é uma falha séria”.
Na semana passada, o município da Serra ficou sem comando durante quatro dias. O prefeito viajou junto com a mulher, a deputada Sueli Vidigal (PDT), para Jerusalém para participar de um encontro religioso.
Em sua ausência, a vice, que deveria ter ficado em seu lugar, também estava viajando para a Espanha, onde ela participou de um evento da Codesa ligado ao setor de infraestrutura.
FONTE: Folha Vitória
O MAIOR PROBLEMA DO BRASIL É QUE SOBRA MUITA MANGA!
TEOLOGIA MORAL DA MANGA
O velho caipira, com cara de amigo, que encontrei num Banco, estava esperando para ser atendido. Ele ia abrir uma conta. Começo de um novo ano... Novas perspectivas...E como não podia deixar de ser, também começou ali um daqueles papos de fila de banco. Contas, décimo terceiro que desapareceu, problemas do Brasil, tsunami... Será que vai chover?
O velho caipira, com cara de amigo, que encontrei num Banco, estava esperando para ser atendido. Ele ia abrir uma conta. Começo de um novo ano... Novas perspectivas...E como não podia deixar de ser, também começou ali um daqueles papos de fila de banco. Contas, décimo terceiro que desapareceu, problemas do Brasil, tsunami... Será que vai chover?
Mas em determinado momento a conversa tomou um rumo: "- Qual é então o maior problema do Brasil para ser resolvido? "E aí o representante rural, nosso querido "Mazaropi da modernidade" falou com um tom sério demais para aquele dia:
- O Maior problema do Brasil é que sobra muita manga!
Tentei entender a teoria... Fez-se um silêncio e ele continuou:
– O senhor já viu como sobra manga hoje debaixo das árvores? Já percebeu como se desperdiça manga?
- Sim... Creio que todos já percebemos isto... Onde tem pé de manga, tem sobrado manga...
E aí ele continuou:
- Num país onde mendigo passa fome ao lado de um pé de manga... Isso é um absurdo! Num país que sobra manga tem pouca criança. Se tiver pouca criança as casas são vazias... Ou as crianças que tem já foram educadas para acreditar que só "ice cream" e jujuba são sobremesas gostosas. Boa é criança que come manga e deixa escorrer o caldo na roupa... É sinal que a mãe vai lavar, vai dar bronca, vai se preocupar com o filho. Se for filho tem pai... Se tiver pai e manga de sobremesa é por que a família é pobre... Se for pobre, o pai tem que ser trabalhador... Se for trabalhador tem que ser honesto... Se for honesto, sabe conversar... Se souber conversar, os filhos vão compreender que refeição feliz tem manga que é comida de criança pobre e que brinca e sobe em árvore... Se subir em árvore, é por que tem passarinho que canta e espaço para a árvore crescer e para fazer sombra... Se tiver sombra tem um banco de madeira para o pai chegar do trabalho e descansar... Quem descansa no banco, depois do trabalho, embaixo da árvore, na sombra, comendo manga é por que toca viola... E com certeza tá com o pé na grama... Quem pisa no chão e toca música tem casa feliz... Quem é feliz e canta com o violeiro, sabe rezar... Quem sabe rezar sabe amar... Quem ama, se dedica... Quem se dedica, ama, reza, canta e come manga, tem coração simples... Quem tem coração assim, louva a Deus. Quem louva a Deus, não tem medo... Nada faltará porque tem fé... Se tiver fé em Deus, vê na manga a providência divina... Come a manga, faz doce, faz suco e não deixa a manga sobrar... Se não sobra manga, tá todo mundo ocupado, de barriga cheia e feliz. Quem tá feliz... não reclama da vida em fila do banco... "
Daí fez-se um silêncio...
(Rubem Alves)
quarta-feira, 13 de junho de 2012
ESQUECERAM DE MIM: PREFEITO E VICE VÃO PASSEAR NO EXTERIOR E DEIXAM A SERRA SOZINHA!
Até quando permitiremos isso?
Os maiores culpados dessa farra somos NÓS, que temos o PODER de mudar e continuamos a cometer os mesmos erros, reelegendo gente que mente descaradamente.
10/06/2012 - 23h15 - Atualizado em 10/06/2012 - 23h15
Elisa Rangel
erangel@redegazeta.com.br
erangel@redegazeta.com.br
foto: Divulgação
Sérgio e Sueli Vidigal (círculo) em foto tirada no início da viagem, já em Israel
Uma viagem oficial para a Espanha, um passeio religioso em Israel e um roteiro de feriadão recheado de histórias mal contadas e mentiras. Isso é, até que apareça uma nova versão, o que consta no enredo da misteriosa ausência de comando na Prefeitura da Serra por quatro dias.
A vice-prefeita do município, Madalena Santana (PSB), depois de garantir no sábado que esteve na Serra na quinta e sexta-feira e que tinha convicção de que o prefeito, Sérgio Vidigal (PDT), não estava fora do país, admitiu ontem que não falou a verdade em nenhuma das duas ocasiões.
No final da tarde de ontem, ela confessou à reportagem de A GAZETA que deixou a cidade sem comando por quatro dias. Madalena viajou no dia 2, pela prefeitura, para Barcelona, na Espanha, em uma comitiva da Codesa. Três dias depois, na última terça-feira, Sérgio Vidigal foi para o exterior, com a esposa, Sueli Vidigal (PDT), participar de uma visita a Jerusalém, em Israel.
Madalena, que deveria assumir a prefeitura - Vidigal deixou um ato passando o cargo para ela -, só voltou na manhã de ontem. Resultado, durante quatro dias a prefeitura ficou sem prefeito por perto.
O mais grave é que ninguém do alto escalão municipal sabia onde os dois estavam - as viagens só foram faladas entre Madalena e Vidigal - e a Câmara ameaçou criar uma CPI para apurar o sumiço do prefeito e da vice, inclusive tem sessão marcada hoje para isso.
“Eu errei. O prefeito disse que iria viajar para um retiro em Israel e falou que me passaria a prefeitura. Ele até me perguntou se eu estaria aqui no meio da semana e respondi que sim. Mas eu já sabia da viagem para Barcelona e sabia que só voltaria hoje (ontem)”, declarou Madalena, com a voz embargada.
No entanto, a vice, que até a próxima quarta-feira atua como prefeita interina, se justificou dizendo que tentou de tudo retornar para a Serra, para cumprir o que havia prometido a Vidigal.
“Só que o agente de viagem falou que a passagem de volta, por ser de última hora, ficaria em torno de R$ 30 mil. Aí eu desisti. Fiquei muito mal por lá, sabendo que deveria estar aqui. Mas eu estava em uma viagem oficial e a Lei Orgânica diz que só é preciso comunicar se for se ausentar por mais de 15 dias”, disse.
Na manhã de sábado, quando A GAZETA falou com Madalena por telefone, ela disse que estava em São Paulo, por causa de uma emergência familiar. À tarde, por volta das 16 horas, ela foi localizada novamente por telefone e declarou que não poderia falar porque estava embarcando, em São Paulo, de volta para o Estado. Só que o celular dela só dava desligado até o fechamento da edição, às 23 horas.
Ontem à tarde Madalena confessou: no sábado à tarde estava embarcando em um voo de volta ao Brasil, no aeroporto de Munique, Alemanha.
Ao ser confrontada com as duas versões, a vice-prefeita pediu desculpas. Aliás, a entrevista foi intercalada por inúmeros pedidos de desculpas. “Eu vou pedir desculpas ao prefeito. Vou pedir desculpas à cidade. A falha foi minha. Estou muito sentida pelo que fiz”, disse.
Madalena, ao justificar o fato de não ter retornado, colocou a culpa na agenda e até no fuso horário.
“Eu sabia que estar aqui na quarta-feira era praticamente impossível. Eu até podia ter ligado de Barcelona, avisando que iria ficar na viagem, mas foram muitos compromissos. Eu estava a trabalho. Foram muitas reuniões, visitas. A diferença de fuso horário, de 5 horas, também me prejudicou. Acabei não ligando mesmo. Foi culpa minha”, declarou.
Reuniões importantes na bagagem
Mesmo com toda a turbulência gerada pelo fato da Prefeitura da Serra ter ficado sem prefeito por perto durante quatro dias, a vice, Madalena Santana (PSB), ressaltou que fez contatos importantes para a cidade em sua viagem a Barcelona, na Espanha. Ela contou que, com a comitiva da Codesa, fez reuniões “produtivas”.
“Fomos ao Consulado, à Câmara de Lojistas, visitamos o embaixador, além de participar da feira que estávamos programados. Distribuí muitos CDs com material da Serra e as pessoas ficaram encantadas com a cidade. Fiz uma viagem a trabalho. Não estava passeando”, declarou.
A vice-prefeita fez questão de ressaltar os gastos da viagem: R$ 4 mil foram pagos pela prefeitura para custear as passagens aéreas; e ela pagou R$ 3.700 de hotel e café da manhã mais R$ 1.400 para almoço, jantar e táxi.
“Eu já havia viajado uma vez para o exterior, no ano passado, para a Itália, mas achei Barcelona melhor. É uma cidade linda. Eu fiquei encantada, mas não fiquei passeando”.
Sérgio Vidigal (PDT), em entrevista no sábado, frisou que sua viagem a Israel está sendo custeada por ele mesmo.
Ausência
4 dias sem prefeito por perto. Foi o tempo em que nem Vidigal nem Madalena estavam no Estado
Desculpas
“A diferença de fuso horário, de 5 horas, também me prejudicou. Acabei não ligando mesmo. Foi culpa minha”
“Eu vou pedir desculpas ao prefeito. Vou pedir desculpas à cidade. A falha foi minha. Estou muito sentida pelo que fiz”
Madalena Santana
Vice-prefeita da Serra
A vice-prefeita do município, Madalena Santana (PSB), depois de garantir no sábado que esteve na Serra na quinta e sexta-feira e que tinha convicção de que o prefeito, Sérgio Vidigal (PDT), não estava fora do país, admitiu ontem que não falou a verdade em nenhuma das duas ocasiões.
No final da tarde de ontem, ela confessou à reportagem de A GAZETA que deixou a cidade sem comando por quatro dias. Madalena viajou no dia 2, pela prefeitura, para Barcelona, na Espanha, em uma comitiva da Codesa. Três dias depois, na última terça-feira, Sérgio Vidigal foi para o exterior, com a esposa, Sueli Vidigal (PDT), participar de uma visita a Jerusalém, em Israel.
Madalena, que deveria assumir a prefeitura - Vidigal deixou um ato passando o cargo para ela -, só voltou na manhã de ontem. Resultado, durante quatro dias a prefeitura ficou sem prefeito por perto.
O mais grave é que ninguém do alto escalão municipal sabia onde os dois estavam - as viagens só foram faladas entre Madalena e Vidigal - e a Câmara ameaçou criar uma CPI para apurar o sumiço do prefeito e da vice, inclusive tem sessão marcada hoje para isso.
“Eu errei. O prefeito disse que iria viajar para um retiro em Israel e falou que me passaria a prefeitura. Ele até me perguntou se eu estaria aqui no meio da semana e respondi que sim. Mas eu já sabia da viagem para Barcelona e sabia que só voltaria hoje (ontem)”, declarou Madalena, com a voz embargada.
No entanto, a vice, que até a próxima quarta-feira atua como prefeita interina, se justificou dizendo que tentou de tudo retornar para a Serra, para cumprir o que havia prometido a Vidigal.
“Só que o agente de viagem falou que a passagem de volta, por ser de última hora, ficaria em torno de R$ 30 mil. Aí eu desisti. Fiquei muito mal por lá, sabendo que deveria estar aqui. Mas eu estava em uma viagem oficial e a Lei Orgânica diz que só é preciso comunicar se for se ausentar por mais de 15 dias”, disse.
Na manhã de sábado, quando A GAZETA falou com Madalena por telefone, ela disse que estava em São Paulo, por causa de uma emergência familiar. À tarde, por volta das 16 horas, ela foi localizada novamente por telefone e declarou que não poderia falar porque estava embarcando, em São Paulo, de volta para o Estado. Só que o celular dela só dava desligado até o fechamento da edição, às 23 horas.
Ontem à tarde Madalena confessou: no sábado à tarde estava embarcando em um voo de volta ao Brasil, no aeroporto de Munique, Alemanha.
Ao ser confrontada com as duas versões, a vice-prefeita pediu desculpas. Aliás, a entrevista foi intercalada por inúmeros pedidos de desculpas. “Eu vou pedir desculpas ao prefeito. Vou pedir desculpas à cidade. A falha foi minha. Estou muito sentida pelo que fiz”, disse.
Madalena, ao justificar o fato de não ter retornado, colocou a culpa na agenda e até no fuso horário.
“Eu sabia que estar aqui na quarta-feira era praticamente impossível. Eu até podia ter ligado de Barcelona, avisando que iria ficar na viagem, mas foram muitos compromissos. Eu estava a trabalho. Foram muitas reuniões, visitas. A diferença de fuso horário, de 5 horas, também me prejudicou. Acabei não ligando mesmo. Foi culpa minha”, declarou.
Reuniões importantes na bagagem
Mesmo com toda a turbulência gerada pelo fato da Prefeitura da Serra ter ficado sem prefeito por perto durante quatro dias, a vice, Madalena Santana (PSB), ressaltou que fez contatos importantes para a cidade em sua viagem a Barcelona, na Espanha. Ela contou que, com a comitiva da Codesa, fez reuniões “produtivas”.
“Fomos ao Consulado, à Câmara de Lojistas, visitamos o embaixador, além de participar da feira que estávamos programados. Distribuí muitos CDs com material da Serra e as pessoas ficaram encantadas com a cidade. Fiz uma viagem a trabalho. Não estava passeando”, declarou.
A vice-prefeita fez questão de ressaltar os gastos da viagem: R$ 4 mil foram pagos pela prefeitura para custear as passagens aéreas; e ela pagou R$ 3.700 de hotel e café da manhã mais R$ 1.400 para almoço, jantar e táxi.
“Eu já havia viajado uma vez para o exterior, no ano passado, para a Itália, mas achei Barcelona melhor. É uma cidade linda. Eu fiquei encantada, mas não fiquei passeando”.
Sérgio Vidigal (PDT), em entrevista no sábado, frisou que sua viagem a Israel está sendo custeada por ele mesmo.
Ausência
4 dias sem prefeito por perto. Foi o tempo em que nem Vidigal nem Madalena estavam no Estado
Desculpas
“A diferença de fuso horário, de 5 horas, também me prejudicou. Acabei não ligando mesmo. Foi culpa minha”
“Eu vou pedir desculpas ao prefeito. Vou pedir desculpas à cidade. A falha foi minha. Estou muito sentida pelo que fiz”
Madalena Santana
Vice-prefeita da Serra
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