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| Foto: Edi Ferreira |
FÁBIO BOTACIN - GAZETA ONLINE
O Espírito Santo vai receber grandes investimentos na área de logística e transporte nos próximos anos, que vão eliminar antigos gargalos da economia capixaba. Os projetos são: a concessão da BR 262 em todo o trecho do Espírito Santo até a cidade mineira de João Monlevade e a construção da ferrovia Vitória - Campos - Rio de Janeiro. O Estado foi contemplado no Programa de Concessões de Rodovias e Ferrovias do Governo Federal, realizado ontem, quarta-feira (15).
Entre as rodovias, serão nove lotes em todo o país. De acordo com o ministro dos Transportes, Paulo Passos, o trecho do Espírito Santo da BR 262, que estava previsto de ter melhorias dentro do PAC, foi incluindo no programa de concessão. O ministro explicou que os estudos começam neste ano. As audiências públicas em janeiro do ano que vem.
Após esse trâmite, os editais serão publicados em março de 2013, com realização da licitação em abril do mesmo ano. A assinatura do contrato de concessão da BR 262 está prevista para acontecer entre maio e julho do ano que vem.
"As obras prioritárias devem acontecer até o quinto ano após a assinatura do contrato, como contornos de cidades e vias laterais. A escolha das empresas será pela menor tarifa para concessão e menor tarifa para pedágio em áreas urbanas. Os concessionários só poderão cobrar pedágio com 10% das obras previstas no contrato concluídas", disse o ministro Paulo Passos.
Entre as rodovias, serão nove lotes em todo o país. De acordo com o ministro dos Transportes, Paulo Passos, o trecho do Espírito Santo da BR 262, que estava previsto de ter melhorias dentro do PAC, foi incluindo no programa de concessão. O ministro explicou que os estudos começam neste ano. As audiências públicas em janeiro do ano que vem.
Após esse trâmite, os editais serão publicados em março de 2013, com realização da licitação em abril do mesmo ano. A assinatura do contrato de concessão da BR 262 está prevista para acontecer entre maio e julho do ano que vem.
"As obras prioritárias devem acontecer até o quinto ano após a assinatura do contrato, como contornos de cidades e vias laterais. A escolha das empresas será pela menor tarifa para concessão e menor tarifa para pedágio em áreas urbanas. Os concessionários só poderão cobrar pedágio com 10% das obras previstas no contrato concluídas", disse o ministro Paulo Passos.

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