Mistérios e Segredos do Sítio Casarão
Mystery and Secrets of the ranch townhouse
sábado, 28 de julho de 2012
AR DA GRANDE VITÓRIA COMPROMETIDO: BYE BYE SAÚDE!
Entidades contestam postura do Ministério
Público em relação à poluição do ar na GV.
Matéria: Flavia Bernardes
Foto de Carlos Alberto Silva
![]() | |||
| Espirito Santo: desenvolvimento rumo ao cos! |
A sociedade civil organizada contesta a forma como o Ministério Público Estadual (MPES) trata a questão da poluição do ar na Grande Vitória. Em um novo documento protocolado no órgão pela entidade Pó Preto Vix, a entidade cobra respostas efetivas aos questionamentos feitos sobre os poluentes emitidos pela Vale e ArcelorMittal, que além de gerarem impactos ao meio ambiente, afetam a saúde dos capixabas.
Os questionamentos, segundo a entidade, dizem respeito às dezenas de reivindicações já feitas ao MPES, porém ainda sem respostas, como é o caso da ausência de novos parâmetros para as emissões atmosféricas na Grande Vitória e a cobrança pela divulgação dos dados de emissões mensais pelo Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Iema).
A Pó Preto Vix ressalta que a emissão das Partículas Totais em Suspensão (PTS) e as Partículas Inaláveis (PM10) e (PM2,5), na Grande Vitória, supera o padrão da Organização Mundial de Saúde (OMS) de 50,20 e10 microgramas por metro cúbico, respectivamente. Só em Vitória, as máximas anuais do PTS atingiram 717 mg/m³ e da PM10 669mg/m³, em 2008. Já as PM2,5 continuam sem medição no Estado.
O alerta é antigo e já foi feito ao menos para os últimos quatro procuradores que passaram pelo Centro de Apoio Operacional de Defesa do Meio Ambiente (Caoa). Atualmente, presidido pela promotora Isabela de Deus Cordeiro.
A entidade alerta que os danos à saúde já ganharam proporção nacional, quando dados sobre o aumento de doenças pulmonares na Grande Vitória foram apresentados na Câmara dos Deputados pelo deputado federal Audifax Barcelos (PSB). Em pronunciamentos, o socialista fez críticas à Vale.
A sociedade cobra que os questionamentos feitos sejam respondidos pelo órgão de forma técnico-científica e legal. Para a entidade, apesar dos Termos de Ajustes de Conduta (TACs) e das determinações para instalação, pela Vale e Arcelor, de barreiras de vento para conter as emissões, as telas Wind Fence, as pessoas continuam adoecendo, sendo necessária uma ação efetiva do MPES para elucidar as questões relativas à poluição atmosférica no Estado.
A reclamação dos ambientalistas é que enquanto o órgão pondera as informações à sociedade, as empresas continuam ampliando suas atividades, sem que qualquer controle. A informação da Pó Preto Vix é que o último dado apresentado pela ArcelorMittal para justificar a eficácia de suas medidas mitigadoras foi baseado em dados de 2005 a 2008 e aceito, sem questionamentos, pelo MPES.
Os questionamentos, segundo a entidade, dizem respeito às dezenas de reivindicações já feitas ao MPES, porém ainda sem respostas, como é o caso da ausência de novos parâmetros para as emissões atmosféricas na Grande Vitória e a cobrança pela divulgação dos dados de emissões mensais pelo Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Iema).
A Pó Preto Vix ressalta que a emissão das Partículas Totais em Suspensão (PTS) e as Partículas Inaláveis (PM10) e (PM2,5), na Grande Vitória, supera o padrão da Organização Mundial de Saúde (OMS) de 50,20 e10 microgramas por metro cúbico, respectivamente. Só em Vitória, as máximas anuais do PTS atingiram 717 mg/m³ e da PM10 669mg/m³, em 2008. Já as PM2,5 continuam sem medição no Estado.
O alerta é antigo e já foi feito ao menos para os últimos quatro procuradores que passaram pelo Centro de Apoio Operacional de Defesa do Meio Ambiente (Caoa). Atualmente, presidido pela promotora Isabela de Deus Cordeiro.
A entidade alerta que os danos à saúde já ganharam proporção nacional, quando dados sobre o aumento de doenças pulmonares na Grande Vitória foram apresentados na Câmara dos Deputados pelo deputado federal Audifax Barcelos (PSB). Em pronunciamentos, o socialista fez críticas à Vale.
A sociedade cobra que os questionamentos feitos sejam respondidos pelo órgão de forma técnico-científica e legal. Para a entidade, apesar dos Termos de Ajustes de Conduta (TACs) e das determinações para instalação, pela Vale e Arcelor, de barreiras de vento para conter as emissões, as telas Wind Fence, as pessoas continuam adoecendo, sendo necessária uma ação efetiva do MPES para elucidar as questões relativas à poluição atmosférica no Estado.
A reclamação dos ambientalistas é que enquanto o órgão pondera as informações à sociedade, as empresas continuam ampliando suas atividades, sem que qualquer controle. A informação da Pó Preto Vix é que o último dado apresentado pela ArcelorMittal para justificar a eficácia de suas medidas mitigadoras foi baseado em dados de 2005 a 2008 e aceito, sem questionamentos, pelo MPES.
FONTE:
sexta-feira, 27 de julho de 2012
GINÁSIO COM MAIOR VÃO LIVRE É DO SESI/SENAI !
Projetada pela ENGECAL – Engenharia e Cálculos Ltda, estrutura inovadora permite ao público a visualização global de jogos ou eventos, sem interferências visuais ou pontos cegos
A estrutura moderna e arrojada do ginásio de esportes do SESI/SENAI, de Natal – RN, possibilitou à ENGECAL – Engenharia e Cálculos Ltda, em 2012, a conquista de seu quarto título brasileiro junto ao RankBrasil.
Desta vez, a empresa obteve o recorde de Ginásio de esportes com o maior vão livre em concreto protendido do país, com a marca de 60 metros de comprimento. O projeto estrutural foi elaborado pelos diretores da ENGECAL, os engenheiros José Pereira da Silva, Flávio César da Costa Pereira e Fábio Sérgio da Costa Pereira.
SAIBA MAIS, CLIQUE AQUI!
Assinar:
Postagens (Atom)
POSTAGENS RELACIONADAS...
É BOM! É LEGAL! É SOCIAL!















