Mistérios e Segredos do Sítio Casarão
Mystery and Secrets of the ranch townhouse
terça-feira, 18 de setembro de 2012
segunda-feira, 17 de setembro de 2012
UM PRESENTE PARA BAIXAR! LIVRO "IMAGENS DO INCONSCIENTE" de EDMAR CID FERREIRA!
Boa noite a todos!
Para quem ainda não baixou o livro Imagens do inconsciente, segue o link.
É um presente do meu para vocês.
Um grande abraço.
Clique no livro para baixá-lo!
FIM DO "PONTO CEGO", NO SEU CARRO!
Invenção surge com a proposta de acabar definitivamente com o ponto cego nos retrovisores, responsável por muitos acidentes e mortes, principalmente de motociclistas.
Esta invenção será apresentada no 16º Salão do Inventor Brasileiro que acontecerá no período de 25 a 28 de Setembro, no Sesi de Jardim da Penha, em Vitória.
O salão será um evento paralelo à Semana Nacional da Economia Criativa, e chega a sua 16a edição.
Mas, enquanto você não tem acesso a essa invenção, uma dica legal é seguir as orientações no vídeo abaixo:
ESCLARECIDO: MISTÉRIO DO MONSTRO REGISTRADO POR ROBÔ DA PETROBRAS!
O mistério sobre um vídeo exibindo uma suposta "criatura marinha não identificada" captado por um robô da Petrobras nas proximidades do campo de Cascade, no Golfo do México, foi finalmente esclarecido por especialistas.
A pedido da BBC Brasil, biólogos brasileiros assistiram às imagens e deram o veredicto mais provável sobre o "corpo estranho". Segundo eles, pela consistência do material, a "criatura" seria, na verdade, a placenta de uma baleia recém-expelida.
"As características do material assemelham-se às da placenta de uma baleia. A coloração esbranquiçada em algumas áreas é típica do contato da carne com a água salgada do mar", diz o biólogo Marcelo Szpilman, diretor do instituto ecológico Aqualung.
"Além disso, o material não possui movimento, sendo levado pelas correntes, o que invalidaria a tese de que se trata de um animal vivo", acrescentou Szpilman.
LEIA MAIS CLICANDO AQUI!
FONTE: Último Segundo
QUARTETO DE VIOLÕES DA FAMES, NO MAES!
O Quarteto de Violões da Faculdade de Música do Espírito Santo (Fames) se apresentará no próximo dia 19 de setembro, às 18 horas, no Museu de Arte do Espírito Santo Dionísio Del Santo (Maes) dando continuidade à parceria no projeto "Música no Museu".
O evento é gratuito, realizado no Maes quinzenalmente, sempre às quartas-feiras, no período de setembro a novembro.
Durante o projeto se apresentarão grupos variados da Fames, com instrumentos de cordas e sopros, e estilos que vão do erudito ao popular. Na primeira fase do projeto, o "Música no Museu" realizou oito apresentações de grupos musicais da Fames, atendendo diretamente a um público de aproximadamente 300 espectadores.
O "Música no Museu" busca proporcionar um momento de reflexão e a relação com as artes, oferecendo aos capixabas, frequentadores do Centro de Vitória, um contato com a boa música e a arte, são alguns dos objetivos do projeto. É também uma ótima oportunidade para os frequentadores do projeto "Quartas do Theatro Carlos Gomes" curtirem, antes, outros estilos musicais.
O Quarteto de Violões da Fames apresentará um repertório variado, que passeia entre a música erudita e popular. O grupo abrange vários períodos musicais, estilos e ritmos, que marcaram a evolução da música até os dias atuais, proporcionando assim total interação entre artista e plateia.
Informações à Imprensa
Assessoria de Comunicação da Fames
Daniela Ramos / Zu Coelho
daniela.ramos@fames.es.gov.br / zu.coelho@fames.com.br
3636-3611 - 9753-7634 - 9849-1351
6 ANOS: COMO HACHIKO, CÃO ESPERA DONO AO LADO DO TÚMULO!
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| Foto: La Voz/Reprodução |
Esta é para quem duvida da fidelidade e do amor canino. Cápitan é um cachorro vira-lata que mora na cidade de Córdoba, na Argentina. Desde que seu dono Miguel morreu, em 2006, não houve uma noite sequer que o animal não tenha estado no cemitério para dormir junto à tumba de seu amado proprietário.
Sim, Cápitan tem casa. Ele foi um presente que Miguel deu a seu filho Dámian em 2005. Só que, desde a morte, o cão preferiu fazer companhia ao dono. E descobriu, inclusive, o caminho sozinho. “O cachorro sumiu. Achávamos que estava morto”, diz a viúva Verónica ao jornal local La Voz. “Até que um dia, quando fui com meu filho ao cemitério, o encontramos lá.”
“O cachorro apareceu um dia no cemitério e começou a dar voltas por todos os lados até que encontrou a tumba de seu dono”, conta o diretor Héctor Baccega à EFE. Cápitan até chega a ir para casa, mas volta sempre às 18h, pontualmente, para não deixar seu dono sozinho à noite.
FONTE: O Estadão
A ÚLTIMA FOTO DE HACHIKO!
Esta é a última foto da Hachiko, aquele cão que esperou o dono morto na estação por quase 10 anos.
Exemplo de lealdade que falta a muitos seres humanos.
A foto foi tirada em 8 de março de 1935. Hachiko morreu com 11 anos.
O filme baseado na história de Hachiko é o "Sempre ao Seu Lado",drama real que faz chorar com a lealdade entre um cachorro e seu dono.
Vale a pena assistir.
Parker Wilson (Richard Gere) é um professor universitário que, ao retornar do trabalho, encontra na estação de trem um filhote de cachorro da raça akita, conhecido por sua lealdade.
Sem ter como deixá-lo na estação, Parker o leva para casa mesmo sabendo que Cate (Joan Allen), sua esposa, é contra a presença de um cachorro. Aos poucos Parker se afeiçoa ao filhote, que tem o nome Hachi escrito na coleira, em japonês. Cate cede e aceita sua permanência. Hachi cresce e passa a acompanhar Parker até a estação de trem, retornando ao local no horário em que o professor está de volta. Até que um acontecimento inesperado altera sua vida.
HOSPITAIS DA MORTE: HERANÇA DE VELHOS GESTORES QUE, PROVAVELMENTE, O POVO REELEGERÁ!
Em sete anos, Estado perde mais de 600 leitos de internação
No Brasil, a perda chega a 6 mil leitos por ano, segundo o Conselho Federal de Medicina.
Na rede pública de saúde do Espírito Santo, 627 leitos de internação foram fechados nos últimos sete anos. Em todo o Brasil, a perda chega a 6 mil leitos por ano. A conclusão é do Conselho Federal de Medicina (CFM), que fez um levantamento com base nos dados do Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES), do Ministério da Saúde.
Desde 2005, o Espírito Santo perdeu 9,6% dos seus leitos do SUS (de 6.513 para 5.886). O Mato Grosso do Sul teve o maior número de leitos fechados (-26,6%), seguido por Paraíba (-19,2%), Rio de Janeiro (-18%), Maranhão (-17%), São Paulo (-13%) e Minas Gerais (-13%).
As especialidades que mais perderam leitos no Estado foram pediatria (184 vagas a menos), obstetrícia (141), cirurgia geral (109) e clínica geral (31). O CFM alega que grande parte dos problemas do Sistema Único de Saúde (SUS) passa pelo subfinanciamento e pela falta de uma política eficaz de presença do Estado.
"Os gestores simplificaram a complexidade da assistência à máxima de que ‘faltam médicos no país’. Porém, não levam em consideração aspectos como a falta de infraestrutura física, de políticas de trabalho eficientes para profissionais da saúde, e, principalmente, de um financiamento comprometido com o futuro do SUS", critica o presidente do CFM, Roberto Luiz d’Ávila.
O Espírito Santo tem 1,68 leito a cada grupo de mil habitantes – número inferior ao preconizado pelo Ministério da Saúde, que é de dois a cada mil habitantes, em áreas urbanas. No país, a média também é baixa: 1,85 leitos para mil habitantes.
O presidente do Conselho Regional de Medicina do Espírito Santo (CRM-ES), Aloizio Souza, também concorda que o corte dos leitos é um problema de má gestão da saúde pública e da falta de investimentos no setor.
"É notório o fechamento dos leitos nos hospitais nos últimos anos. Cerca de 120 leitos foram desativados no Hospital das Clínicas. É absurda essa situação. Já enviei três ofícios para a Presidência da República e estive em reuniões com o reitor e o diretor do hospital, mas nada é resolvido. O Brasil é a 6º economia do mundo, mas fica atrás de países como Chile e Paraguai em investimentos de saúde", afirma Souza.
Desde 2005, o Espírito Santo perdeu 9,6% dos seus leitos do SUS (de 6.513 para 5.886). O Mato Grosso do Sul teve o maior número de leitos fechados (-26,6%), seguido por Paraíba (-19,2%), Rio de Janeiro (-18%), Maranhão (-17%), São Paulo (-13%) e Minas Gerais (-13%).
As especialidades que mais perderam leitos no Estado foram pediatria (184 vagas a menos), obstetrícia (141), cirurgia geral (109) e clínica geral (31). O CFM alega que grande parte dos problemas do Sistema Único de Saúde (SUS) passa pelo subfinanciamento e pela falta de uma política eficaz de presença do Estado.
"Os gestores simplificaram a complexidade da assistência à máxima de que ‘faltam médicos no país’. Porém, não levam em consideração aspectos como a falta de infraestrutura física, de políticas de trabalho eficientes para profissionais da saúde, e, principalmente, de um financiamento comprometido com o futuro do SUS", critica o presidente do CFM, Roberto Luiz d’Ávila.
O Espírito Santo tem 1,68 leito a cada grupo de mil habitantes – número inferior ao preconizado pelo Ministério da Saúde, que é de dois a cada mil habitantes, em áreas urbanas. No país, a média também é baixa: 1,85 leitos para mil habitantes.
O presidente do Conselho Regional de Medicina do Espírito Santo (CRM-ES), Aloizio Souza, também concorda que o corte dos leitos é um problema de má gestão da saúde pública e da falta de investimentos no setor.
"É notório o fechamento dos leitos nos hospitais nos últimos anos. Cerca de 120 leitos foram desativados no Hospital das Clínicas. É absurda essa situação. Já enviei três ofícios para a Presidência da República e estive em reuniões com o reitor e o diretor do hospital, mas nada é resolvido. O Brasil é a 6º economia do mundo, mas fica atrás de países como Chile e Paraguai em investimentos de saúde", afirma Souza.
Governo: vagas perdidas eram de hospitais pequenos.
O subsecretário de Estado da Saúde, Geraldo Corrêa Queiroz, confirma a perda de vagas na rede pública nos últimos sete anos, mas alega que a maioria da desativação dos leitos ocorreu em hospitais de pequeno porte, em municípios do interior do Estado, como Piúma, Alfredo Chaves e Iconha.
"Com exceção do São Lucas e das Clínicas (Hucam), a maioria dos leitos foi fechada em hospitais que não conseguiram manter as portas abertas por causa do alto custo dos leitos", afirma.
Queiroz explica que esses leitos são de baixa densidade tecnológica (poucos equipamentos e aparelhos agregados) e que o fechamento não produz um impacto importante para a população local.
"Alguns desses hospitais que fecharam tinham uma taxa de ocupação muito baixa, e os leitos eram direcionados para o tratamento de doenças como diarreia e pneumonia. Mas as causas de morte da população hoje são outras. Portanto o papel social de alguns hospitais é questionado", aponta.
Queiroz acrescenta que o Estado abriu 155 leitos desde janeiro de 2011 e que a situação de superlotação no Hospital São Lucas é temporária até a inauguração dos dois novos hospitais.
"A perspectiva é criar na rede estadual de urgência e emergência mais 306 leitos clínicos e 132 leitos de UTI até 2014", completa.
O subsecretário de Estado da Saúde, Geraldo Corrêa Queiroz, confirma a perda de vagas na rede pública nos últimos sete anos, mas alega que a maioria da desativação dos leitos ocorreu em hospitais de pequeno porte, em municípios do interior do Estado, como Piúma, Alfredo Chaves e Iconha.
"Com exceção do São Lucas e das Clínicas (Hucam), a maioria dos leitos foi fechada em hospitais que não conseguiram manter as portas abertas por causa do alto custo dos leitos", afirma.
Queiroz explica que esses leitos são de baixa densidade tecnológica (poucos equipamentos e aparelhos agregados) e que o fechamento não produz um impacto importante para a população local.
"Alguns desses hospitais que fecharam tinham uma taxa de ocupação muito baixa, e os leitos eram direcionados para o tratamento de doenças como diarreia e pneumonia. Mas as causas de morte da população hoje são outras. Portanto o papel social de alguns hospitais é questionado", aponta.
Queiroz acrescenta que o Estado abriu 155 leitos desde janeiro de 2011 e que a situação de superlotação no Hospital São Lucas é temporária até a inauguração dos dois novos hospitais.
"A perspectiva é criar na rede estadual de urgência e emergência mais 306 leitos clínicos e 132 leitos de UTI até 2014", completa.
Foto: Edson Chagas - GZ.
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Referência no atendimento de traumas, o São Lucas perdeu 75 dos seus 150 leitos
Desde que o Hospital São Lucas passou a funcionar no Hospital da Polícia Militar (HPM), em Bento Ferreira, Vitória, metade dos leitos da unidade foi cortada. O número passou de 150 para 75. A situação precária do hospital deixa pacientes, familiares e médicos revoltados.
O neurocirurgião Paulo Roberto de Paiva, 61, que trabalha no local, relatou sua indignação no seu perfil do Facebook, na terça-feira. O médico afirmou que até mosca foi vista dentro do centro cirúrgico. Ele também denunciou a superlotação à GAZETA, definindo o São Lucas como "rascunho do inferno".
Na última quarta-feira, a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) disse que os problemas são pontuais e que a direção tomaria providências. Mas essa não é a impressão de pessoas que transitam no local nem de parentes de pacientes que estão no corredor do São Lucas.
"O corredor está muito lotado hoje (ontem), principalmente com idosos. E há milhares de mosquitos. Nas enfermarias, faltam cuidados. Há um paciente que está com a mesma punção há dez dias, sendo que o adequado seria fazer a troca a cada três dias", diz a estagiária em técnica de enfermagem Halina Rodrigues, 22.
Desde que o Hospital São Lucas passou a funcionar no Hospital da Polícia Militar (HPM), em Bento Ferreira, Vitória, metade dos leitos da unidade foi cortada. O número passou de 150 para 75. A situação precária do hospital deixa pacientes, familiares e médicos revoltados.
O neurocirurgião Paulo Roberto de Paiva, 61, que trabalha no local, relatou sua indignação no seu perfil do Facebook, na terça-feira. O médico afirmou que até mosca foi vista dentro do centro cirúrgico. Ele também denunciou a superlotação à GAZETA, definindo o São Lucas como "rascunho do inferno".
Na última quarta-feira, a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) disse que os problemas são pontuais e que a direção tomaria providências. Mas essa não é a impressão de pessoas que transitam no local nem de parentes de pacientes que estão no corredor do São Lucas.
"O corredor está muito lotado hoje (ontem), principalmente com idosos. E há milhares de mosquitos. Nas enfermarias, faltam cuidados. Há um paciente que está com a mesma punção há dez dias, sendo que o adequado seria fazer a troca a cada três dias", diz a estagiária em técnica de enfermagem Halina Rodrigues, 22.
FONTE: A Gazeta
"Rascunho do inferno",
diz cirurgião sobre hospital com moscas.
O neurocirurgião Paulo Roberto Paiva, revoltado com a estrutura do Hospital São Lucas, em Vitória, resolveu relatar sua indignação na internet. No seu perfil do facebook, ele disse que até mosca foi vista dentro de uma sala de cirurgia. “A saúde está um caos. O Hospital São Lucas estava insuportável. A sala de emergência, lotada, e o Samu trazendo mais pacientes graves a cada minuto. É o verdadeiro rascunho do inferno”, desabafou.
O médico trabalha na unidade há 20 anos. “Imaginem o pessoal do Samu atendendo um paciente acidentado em estado grave, de moto ou automóvel, entubam e ressuscitam o paciente e resolvem levar para o São Lucas. Lá, se deparam com um congestionamento de macas, tentando entrar no hospital. Imagine o desespero desses profissionais. O negócio está insuportável”, disse o médico.
Ele diz que os pacientes internados nos corredores correm mais risco de ter infecções. “O que encontramos ali é uma situação desumana. Pacientes deitados em macas baixas, a 10 ou 20 centímetros do chão. Estão predispostos a uma infecção hospitalar”, comentou.
Outro problema grave relatado é o centro cirúrgico cheio de moscas e mosquitos. “Além dos mosquitos, passaram a aparecer moscas. É um absurdo. Isso me levou ao desabafo. Na segunda-feira (10), fiz uma cirurgia de crânio e essas moscas ficaram sobrevoando o campo operatório. A enfermeira ficava abanando enquanto eu operava”, disse.
O médico ganhou apoio dos colegas nas redes sociais. Teve denúncia de salas lotadas no centro cirúrgico. Outro médico disse que o São Lucas virou um depósito de moribundos. E uma médica relata na internet que a saúde está uma vergonha.
No hospital, parentes reclamam que não é fácil ver uma pessoa querida sofrendo em uma maca, no corredor do hospital. “A gente se sente um lixo ao ver ele no corredor. Vemos que aumenta a dificuldade para ele melhorar”, diz o eletricista e amigo de paciente Vinícius Augusto Teixeira. A auxiliar administrativo e irmã de paciente Rosângela Maria da Silva também reclama. “Penso que o ser humano teria que ter mais valor. A gente paga imposto em cima de tudo”, disse.
O médico Paulo Roberto Paiva ainda comenta que a saúde no estado “chegou ao fundo do poço”. Em junho de 2010, o São Lucas foi transferido para o Hospital da Polícia Militar (HPM). A Secretaria de Estado da Saúde prometeu reformar a unidade. A promessa era a obra pronta em um ano, mas já se passaram dois anos e o hospital novo não foi entregue.
O secretário de estado da Saúde Tadeu Marino informou que o estado tem um déficit de 160 leitos e 350 leitos clínicos. “O estado abriu 150 novos leitos e está fazendo um esforço muito grande para abrir dois novos grandes hospitais até o primeiro semestre do ano que vem para que a gente melhore a situação da lotação dos hospitais”, defendeu.
Sobre as moscas, o secretário disse que o bairro o problema com insetos e que o prédio é dedetizado quatro a cinco vezes por ano. “Uma hora ou outra, isso pode acontecer, mas nós já pedimos para a direção que justificasse a reclamação do colega médico”, respondeu Marino.
Fonte: G1
O médico trabalha na unidade há 20 anos. “Imaginem o pessoal do Samu atendendo um paciente acidentado em estado grave, de moto ou automóvel, entubam e ressuscitam o paciente e resolvem levar para o São Lucas. Lá, se deparam com um congestionamento de macas, tentando entrar no hospital. Imagine o desespero desses profissionais. O negócio está insuportável”, disse o médico.
Ele diz que os pacientes internados nos corredores correm mais risco de ter infecções. “O que encontramos ali é uma situação desumana. Pacientes deitados em macas baixas, a 10 ou 20 centímetros do chão. Estão predispostos a uma infecção hospitalar”, comentou.
Outro problema grave relatado é o centro cirúrgico cheio de moscas e mosquitos. “Além dos mosquitos, passaram a aparecer moscas. É um absurdo. Isso me levou ao desabafo. Na segunda-feira (10), fiz uma cirurgia de crânio e essas moscas ficaram sobrevoando o campo operatório. A enfermeira ficava abanando enquanto eu operava”, disse.
O médico ganhou apoio dos colegas nas redes sociais. Teve denúncia de salas lotadas no centro cirúrgico. Outro médico disse que o São Lucas virou um depósito de moribundos. E uma médica relata na internet que a saúde está uma vergonha.
No hospital, parentes reclamam que não é fácil ver uma pessoa querida sofrendo em uma maca, no corredor do hospital. “A gente se sente um lixo ao ver ele no corredor. Vemos que aumenta a dificuldade para ele melhorar”, diz o eletricista e amigo de paciente Vinícius Augusto Teixeira. A auxiliar administrativo e irmã de paciente Rosângela Maria da Silva também reclama. “Penso que o ser humano teria que ter mais valor. A gente paga imposto em cima de tudo”, disse.
O médico Paulo Roberto Paiva ainda comenta que a saúde no estado “chegou ao fundo do poço”. Em junho de 2010, o São Lucas foi transferido para o Hospital da Polícia Militar (HPM). A Secretaria de Estado da Saúde prometeu reformar a unidade. A promessa era a obra pronta em um ano, mas já se passaram dois anos e o hospital novo não foi entregue.
O secretário de estado da Saúde Tadeu Marino informou que o estado tem um déficit de 160 leitos e 350 leitos clínicos. “O estado abriu 150 novos leitos e está fazendo um esforço muito grande para abrir dois novos grandes hospitais até o primeiro semestre do ano que vem para que a gente melhore a situação da lotação dos hospitais”, defendeu.
Sobre as moscas, o secretário disse que o bairro o problema com insetos e que o prédio é dedetizado quatro a cinco vezes por ano. “Uma hora ou outra, isso pode acontecer, mas nós já pedimos para a direção que justificasse a reclamação do colega médico”, respondeu Marino.
Fonte: G1
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