Walter Conde
O QUE SE PODE ESPERAR DE UMA MEDÍOCRE ESCOLA DE ENSINO FUNDAMENTAL DENOMINADA DE "Emef Prof Lia Therezinha Merçon Rocha", localizada em Muniz Freire - ES?
O PROBLEMA DA DISCRIMINAÇÃO SOCIAL EM SEPARAR CRIANÇAS POBRES DAS RICAS NÃO É DA DIRETORA E NEM DO PREFEITO, JÁ QUE A ESCOLA É MUNICIPAL. A CULPA É DO ELEITOR, QUE NÃO SABE VOTAR E ELEGE UM PREFEITO MEDÍOCRE PARA TOMAR CONTA DA CIDADE DE MUNIZ FREIRE.
ENQUANTO O ELEITOR NÃO APRENDER A VOTAR, A ÚNICA SOLUÇÃO É ESPERAR DSENÚNCIAS COMO ESSA, FORMULADA PELO MINISTÉRIO PÚBLICO.
A VERGONHA!
Escola municipal separa os alunos pobres dos ricos, denuncia Ministério Público
Conselho de Educação, segundo diretora, determinou separação por rendimento escolar
Na cidade de Muniz Freire, na Região do Caparaó – cidade com cerca de 20
mil habitantes –, as escolas municipais ainda adotam um esquema
duvidoso de distribuição dos alunos por classes. O Ministério Público do
Espírito Santo (MPES) acusa uma das instituições em particular de
discriminação social, ou seja, filhos de pessoas influentes ficam em
salas separadas dos demais, de origem mais carente.
A escola, que pode ser alvo de uma ação do MPES, é a Lia Terezinha Merçon Rocha, que atende a cerca de mil alunos, da 1ª à 8ª série do ensino fundamental, e possui 39 turmas. Para cada série, há uma em especial que, segundo a Promotoria do município, atende aos filhos de pessoas consideradas “de prestígio” na cidade, ou “os mais inteligentes” – e com direito aos professores mais capacitados.
De acordo com o promotor Elion Vargas, o assunto é prioridade do órgão. “Discriminação é coisa da Idade Média. Como no município não existe escola particular, há muitos anos que se cultiva esse hábito de separar os pobres dos ‘bacanas’. Acredito que cerca de 80% dos alunos eram afetados com essa medida, que é uma violação dos direitos”, disse.
A escola, que pode ser alvo de uma ação do MPES, é a Lia Terezinha Merçon Rocha, que atende a cerca de mil alunos, da 1ª à 8ª série do ensino fundamental, e possui 39 turmas. Para cada série, há uma em especial que, segundo a Promotoria do município, atende aos filhos de pessoas consideradas “de prestígio” na cidade, ou “os mais inteligentes” – e com direito aos professores mais capacitados.
De acordo com o promotor Elion Vargas, o assunto é prioridade do órgão. “Discriminação é coisa da Idade Média. Como no município não existe escola particular, há muitos anos que se cultiva esse hábito de separar os pobres dos ‘bacanas’. Acredito que cerca de 80% dos alunos eram afetados com essa medida, que é uma violação dos direitos”, disse.
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Fonte: A Gazeta

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